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A Vale, que anunciou na sexta-feira a entrada da sul-coreana Posco como sócia na Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), no Ceará, deverá reduzir a 40% sua participação no empreendimento, de acordo com o presidente da mineradora brasileira, Roger Agnelli. Com a adesão da Posco, que assume fatia de 20% no projeto, a Vale passa a deter 50% do empreendimento e a outra sócia, a também coreana Dongkuk, fica com 30%. No médio prazo, entretanto, essa composição deve mudar novamente. continue lendo
O caso dos 600 chineses que foram trabalhar nas obras da coqueria do complexo siderúrgico controlado pelo grupo alemão ThyssenKrupp, em Santa Cruz, no Rio, é um dos que chamaram mais a atenção quanto à participação de mão de obra estrangeira no país. Atualmente existem apenas 150 técnicos chineses da Citic, uma gigante multinacional da China construtora de coquerias, no local. continue lendo
A Vale, que anunciou na sexta-feira a entrada da sul-coreana Posco como sócia na Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), no Ceará, deverá reduzir a 40% sua participação no empreendimento, de acordo com o presidente da mineradora brasileira, Roger Agnelli. Com a adesão da Posco, que assume fatia de 20% no projeto, a Vale passa a deter 50% do empreendimento e a outra sócia, a também coreana Dongkuk, fica com 30%. No médio prazo, entretanto, essa composição deve mudar novamente. continue lendo
O norueguês Lennart Nordby, 48 anos, passou a morar, a partir deste ano, parte do tempo no seu pais e parte no Brasil. A cada vinda para o hemisfério Sul, Nordby desembarca no Rio de Janeiro, mas nem chega perto do Pão de Açúcar ou do Corcovado. Sai do aeroporto e viaja de micro-ônibus até Macaé, no Norte Fluminense, onde embarca em um navio no qual fica por seis semanas consecutivas até voltar para casa. Lá permanece com a família por igual período. Quando está a trabalho a bordo do "Siem Supplier", um PSV (iniciais em inglês de Plataform Supply Vessel), Nordby transporta suprimentos, como água potável e óleo diesel, para as plataformas que operam na bacia de Campos. continue lendo
Segundo maior porto do país, Rio Grande (RS) entrou em declínio entre as décadas de 1980 e 2000. Com a implantação do polo naval, a situação virou. Além dos R$ 14 bilhões que a Petrobras vai injetar no polo nos próximos 10 anos, o crescimento se espalha para outros segmentos. A prefeitura estima que US$ 1 bilhão estão a caminho para indústrias de fertilizantes, energia, logística, alimentos, metalurgia, madeira, papel e celulose. continue lendo
Entidades contrárias à obra do estaleiro OSX em Biguaçu reagem com manifestações às vésperas da semana em que o tema estará em debate na Grande Florianópolis. Três audiências estão marcadas, a partir de amanhã, em Governador Celso Ramos, Biguaçu e Florianópolis para tornar o debate público. continue lendo
Um centro de informações sobre a instalação do estaleiro OSX em Biguaçu, na Grande Florianópolis, está aberto na cidade para que a população esclareça suas dúvidas sobre o empreendimento de R$ 2,5 bilhões. Inaugurado há dois meses, o centro vem recebendo cerca de 50 pessoas diariamente — 98% delas interessadas em informações sobre os cursos de qualificação. Se o empreendimento for instalado no Estado, 3,5 mil empregos diretos deverão ser gerados durante a construção e 4 mil depois, na fase de operação. Para se candidatar às vagas, é preciso qualificação. continue lendo
O grupo italiano Azimut-boatbuilding Benetti vai abrir um estaleiro 200.000 m² no Brasil e fundou a Azimut Yachts do Brasil LTDA, empresa que irá gerir a produção local de iates da marca Azimut. A nova unidade de produção está localizada em Itajaí, no estado de Santa Catarina. O estaleiro estará pronto para iniciar operações em Agosto. As primeiras unidades produzidas sairão do estaleiro em Junho de 2011. continue lendo
A União terá uma perda anual de R$ 27 bilhões se a Câmara dos Deputados aprovar emenda introduzida pela base aliada do governo no projeto que trata do regime de partilha da produção na camada pré-sal. O cálculo é da Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet). continue lendo
A Usiminas lançou na última quarta-feira (14) a Rede Usiminas, formada por um grupo de distribuidores, transformadores e centros de serviços que optam por trabalhar exclusivamente com os aços da marca Usiminas. A iniciativa, inédita no mercado brasileiro de aços planos, reunirá dez empresas que, juntas, revendem 120 mil toneladas de aços por mês, em média. continue lendo